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ARTISTAS ASSUNTO IMPORTANTE! APOIE O DIREITO DE SEQUÊNCIA!

 

 

A AUTVIS juntamente com a CISAC (Confederação Internacional da Sociedades de Autores e Intérpretes) e a OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual) está promovendo a campanha pelo reconhecimento universal do direito de sequência para todos os países signatários da Convenção de Berna.

 

 

ARTISTAS DO MUNDO TODO ESTÃO SE JUNTANDO PARA CONSEGUIR ESTE AVANÇO.

POR ESTE MOTIVO A AUTVIS CONVIDA VOCÊ A FAZER PARTE DESTE GRUPO, ASSINANDO A PETIÇÃO NO LINK ABAIXO:

http://www.change.org/fr/p%C3%A9titions/make-the-resale-right-universal-for-all-artists-2

 

Além da artista filiada da AUTVIS, Sonia Menna Barreto outros estão apoiando essa ideia: Vejam os depoimentos de alguns deles clicando AQUI.

 


O direito de sequência é um direito fundamental para os autores de artes gráficas, plásticas e fotográficas. Trata-se de uma pequena porcentagem do preço de revenda que os profissionais do mercado de arte pagam a eles em cada revenda das suas obras, seja em leilão ou em uma galeria.


Para os artistas visuais a sua principal fonte de renda é a venda de suas obras originais.
Enquanto casas de leilões e galerias negociam as revendas das obras no mercado de arte, tendo comissões e recebendo por isso, os artistas não se beneficiam da renda gerada por estas revendas.


É por isso que o direito de sequência, que não é aplicável na primeira venda, foi criado.
Reconhecida em mais de 65 países (os 28 membros da União Europeia, mas também Austrália, Brasil, Rússia, México, Tunísia, Senegal, ...) o direito infelizmente não é obrigatório, nos termos da Convenção Internacional de Berna (legislação que rege os direitos autorais internacionalmente onde todos os países signatários devem seguir suas condições)..
 

Em um mundo globalizado, a proteção dos artistas deve ser o mesmo em diferentes locais do mercado de arte, seja em Londres, Paris, Nova York, São Paulo ou Hong Kong. Além disso, os Estados Unidos e a China, os dois primeiros mercados de arte do mundo, deram início ao processo legislativo para reconhecer esse direito. O Canadá também está considerando a sua introdução. Na OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual), mais e mais vozes pedem o direito de tornar-se obrigatória no âmbito da Convenção de Berna.

 

Assim, os autores de artes plásticas dos cinco continentes devem ser capazes de se beneficiarem da riqueza gerada pelas revendas de suas criações. E os primeiros a serem beneficiados são os artistas de países emergentes, cujas obras são compradas a preços baixos e depois revendidas com ganhos significativos nos mercados de arte de países ocidentais.


 

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