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As lentes de Fernando Aznar

©Aznar, Fernando / AUTVIS
Teu Bico,2013

 

 

 

É no silêncio que Fernando Aznar encontra o ambiente ideal para ir em busca do ruído que dará vida às suas fotografias. Aos 50 anos, o fotógrafo, filiado à AUTVIS, afirma que não possui um processo criativo, mas acredita que algumas situações são importantes para o desenvolvimento de suas obras. “Procuro estar atento para captar o ruído da forma mais simples que puder. Não considero um método de trabalho, pois isso acontece passivamente, sem meu arbítrio”, conta.

 

Nascido em São Paulo, Fernando possui um histórico acadêmico diverso. Formou-se em fotojornalismo, pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, cursou Arquitetura e Urbanismo e Desenho Industrial, ambos pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 

Fernando não se recorda de seu primeiro contato com as câmeras fotográficas. Para ele, a fotografia inunda um mundo bem mais amplo do que apenas a visão comum do toque. “A máquina fotográfica sempre representou muito mais que um simples objeto. Como se fosse uma extensão dos olhos que impunha uma verticalidade na percepção”, explica.

As manipulações de imagens finalizam os processos criativos de Fernando e, finalmente, dão vida às suas obras. Para ele, a fotografia é o resultado da interpretação e construção da realidade percebida. “A imagem é criada pela necessidade de vivenciar visualmente o que sentimos, não apenas enxergar os
fatos socialmente entendidos”, conta.

 

O principal incentivo da carreira de Fernando foi justamente a falta de apoio recebido. Durante sua formação, nomes como Francis Bacon (representado pela AUTVIS), George Seurat e Lucian Freud serviram de referência ao fotógrafo. Atualmente, ele possui um trabalho independente e não segue nenhum movimento artístico.


 

Para conhecer outras obras de Fernando, clique AQUI.

 

Autor: Linhas Comunicação

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